Tecnologia

Projeto de alagoanos ajuda pacientes com claustrofobia submetidos a exame de ressonância

O software recebeu o Certificado de Registro de Programa de Computador, emitido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI)

Foto: Cortesia ao Portal 7 Segundos
Projeto de alagoanos ajuda pacientes com claustrofobia submetidos a exame de ressonância Projeto ajuda pacientes claustrofóbicos

Por 7 Segundos

Quem sofre com transtorno de ansiedade claustrofóbica raramente consegue realizar exames de ressonância magnética. A máquina utilizada durante o processo causa desconfortos quase sempre insuportáveis para esses pacientes.

Pensando nisso, o Núcleo de Robótica, formado por professores e estudantes do curso de Enfermagem do Cesmac Sertão, criou um projeto intitulado “Simulador de Realidade Virtual para Terapia de Transtorno de Ansiedade Claustrofóbico na Realização do Exame de Ressonância Magnética (RMN)”, com o objetivo de ajudar previamente os pacientes que serão submetidos ao procedimento, como forma de terapia ao transtorno pré-existente.

O projeto tem como objetivo incentivar a prestação de serviço mais humanizado no âmbito da saúde. “Nós acreditamos na tecnologia como forma de otimizar os serviços de saúde. Outros projetos como este estão sendo desenvolvidos”, explicou a professora Jaqueline Maria da Silva.

Premiações

O Projeto de Pesquisa foi considerado tão importante para a comunidade científica que conquistou o prêmio de 2º lugar no Workshop de Experimentos em Tecnologia da Bahia-Alagoas-Sergipe (Erbase), em 2019.

No mesmo ano, os estudantes Victor de Oliveira Calaça Costa e Nathália Tenório, bolsistas do projeto, ganharam a Menção Honrosa no Simpósio Internacional de Enfermagem, graças a sua excelente explanação e domínio do projeto, que também foi apresentado no II Congresso em Inovação e Tecnologia do Agreste Alagoano (CinTec), realizado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Recentemente, o Núcleo recebeu o Certificado de Registro de Programa de Computador, emitido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Para a professora Jaqueline Maria da Silva, esse tipo de projeto ratifica a importância da iniciação científica para a saúde e demais áreas.

“O registro comprova a titularidade do programa e seus autores e possibilita que o software possa ser objeto de contratos envolvendo transferência de direitos por empresas co-desenvolvedoras. É a ciência alagoana se desenvolvendo a cada dia”, disse ela.

Fazem parte do projeto: Nathália P. T. Neves; Elis Nayara L. Barros; Artur victor de Souza cordeiro; Cristovão Luiz Teles Farias; Mozart de M. Alves Junior; Adilson J. dos Santos, Alayde R. da Silva; Hugo de Lira Soares, Jaqueline M. da Silva e outros.

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