Eleições 2020

TRE define tempo e ordem de veiculação na TV e no rádio das propagandas dos candidatos à prefeitura de Maceió

Reunião com representantes dos partidos e emissoras definiu detalhes do horário eleitoral gratuito

G1 AL

O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) definiu, nesta segunda-feira (5), o tempo e a ordem de veiculação das propagandas gratuitas no rádio e na televisão dos candidatos à prefeitura de Maceió. A propaganda eleitoral começa no dia 9 de outubro e vai até 12 de novembro.

O desembargador eleitoral Josemir Pereira conduziu a reunião com representantes de coligações, de partidos e das emissoras de rádio e TV.

“É bom frisar que o sorteio de distribuição de tempo para mídia de cada partido ou coligação foi feito eletronicamente pelos computadores. A propaganda eleitoral terá um prazo de 10 minutos por cada apresentação, ou seja, das 7h às 7h10, de 12h às 12h10 e de 20h30 às 20h40.

No primeiro dia de propaganda é seguida a ordem do sorteio. Nos outros dias é feito um rodízio.

Confira o tempo para cada coligação ou partido

Distribuição dos tempos de propagandas e quantidades de inserções

Partido/ColigaçãoCandidatoTempo de propaganda
FORÇA E CORAÇÃO PARA MUDAR MACEIÓDavi Filho3:16
MACEIÓ MAIS FORTEAlfredo Gaspar de Mendonça2:36
ALIANÇA COM O POVOJHC1:46
PTRicardo Barbosa1:07
PC do BCícero Filho0:18
QUEM FEZ FARÁ MUITO MAISCícero Almeida0:18
UMA ALTERNATIVA POPULAR PARA MACEIÓValéria Correia0:18
PATRIOTAJosan Leite0:17
PMNCorintho Campelo0:00
UPLenilda Luna0:00

Fonte: TRE-AL

O PCO, que oficializou em convenção o nome de Nina Tenório para a disputa pela prefeitura de Maceió, não entrou na distribuição do tempo para coligações e partidos porque a candidatura ainda não foi registrada junto à Justiça Eleitoral. O partido afirmou que ela tem o direito de fazê-lo de forma individual, mas o cartório eleitoral responsável informou que isso só seria possível se o PCO tivesse registrado antes o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), o que não aconteceu. A assessoria do PCO disse que o caso estava agora com o setor jurídico.

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